Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Não somos brahmeiros com MUITO orgulho.

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

MEDO

Saiu agora nos meios especializados.

"A Schincariol anunciou nesta quinta-feira (08) a compra da catarinense Eisenbahn, especializada em cervejas premium, por valor não revelado.

A participação da Schincariol atualmente no mercado de cerveja brasileiro é de 12,1%, atrás da AmBev, que detém share de 67,8%."

Medo, muito medo.

Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Pride (In the name of love)

Uma coisa eu aprendi nesses últimos tempos: a Fuller's nunca decepciona. Já é a favorita da (minha) casa, brigando pelo título de top master com a La Trappe. O último modelo degustado foi a London Pride, a cerveja ale premium mais vendida no Reino Unido.

A premiada Pride é uma ale avermelhada, que parece ser mais forte do que é (apenas 4,7% de álcool na garrafa) e com uma imensa variedade de sabores e aromas antes, durante e depois do gole. Ela até lembra a La Trappe (a dubbel, que é uma avermelhada mais fraca), mas menos perfumada.

Como é padrão da Fuller's, a embalagem e a garrafa são daquela perfeição britânica, que todo mundo deveria copiar e colecionar. A linha Fuller's chegou ao Brasil faz pouco tempo e por enquanto ainda é encontrada em poucos lugares. Eu a vi na Belgium Beer Paradise (para comprar) e na Casa Belfiore (para beber) e o preço não vai muito além dos 20 reais, numa garrafa de meio litro que é pura felicidade. Vale cada centavo.

Sábado, 3 de Maio de 2008

Eisenbahn Lust

Para quem não sabe, eu tenho o Calvin tatuado no braço e sempre guardei uma frase de uma tirinha. Dessa frase a gente tira a seguinte "moral": mantenha as expectativas sempre baixas.

Pois bem, a degustação da Lust me fez lembrar esse pensamento. Apenas 3 cervejas no mundo (se o google não me enganou) são feitas no método champenoise, a Lust é uma delas. A Lust tem como base a Strong Golden Ale. Ela é feita normalmente, depois é enviada para uma vinícula e lá após ser envasada passa pelos processos tal qual um champagne. A cerveja para ficar pronta leva mais de 4 meses.

O processo champenoise é bem interessante por sinal. Quando a cerveja esta na vinícula, durante um mês, 2 vezes por dia um funcionário vira a garrafa 45 graus e aos poucos vai inclinando a garrafa de cabeça para baixo. Com isso a levedura e a borra da cerveja ficam no bico da garrafa, aí o bico é congelado, a garrafa é aberta e a pressão elimina as impurezas ficando do jeitinho que deveria.

Mas vou tentar falar da degustação. O que facilita todo o trabalho é que ainda estou bebericando ela mas como não tenho em casa uma taça de champagne (flutê), isso altera um pouco a formação do perlage, que nada mais é do que as bolhinhas de gás carbônico (Ronnie Von também é cultura). Usei então uma taça da Bohemia que tenho. Isso fez a espuma subir demasiadamente e como não servi tudo, ao final a Lust tinha perdido um pouco do gás. Tirando isso tudo, vamos lá.

Cor dourada, turva o suficiente para não se ver do outro lado. Cremosidade na espuma e aroma frutado, acidez na língua e gosto também frutado, mas com o álcool bem acentuado (são 11,5%). Tem uma levada cítrica muito fraca. Não sei se o fato de ter cagado ao usar o copo errado ou até por ter mantindo a expectativa muito alta, mas a Lust é uma cerveja que gostaria de provar novamente. Ela não é ruim, muito pelo contrário. O sabor frutado e a leveza da mesma a tornam uma bela experiência, algo único, ainda mais acompanhada de queijos leves ou sobremesas. Mas sabe quando você come muito doce e fica com aquela sensação desagradável. Pois bem, a Lust começou muito bem e terminou de uma maneira não muito legal. Acabou ficando enjoativa. Daí ou eu compro denovo no ano-novo ao invés do espumante, ou alguém do blog poderia prová-la e postar aqui suas considerações (R$ 39,90 na Tortula a embalagem de 375ml).

Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Reunião

Estamos no Orkut. Venha tomar uma não-Brahma com a gente.