
O fato de não estarmos escrevendo não quer dizer que não estejamos bebendo. Felizmente, a memória do meu celular é melhor do que a da minha cabeça, portanto segue uma breve compilação de cervejas degustadas nos últimos meses. A conclusão de tudo isso é que a família Fullers, a família Guinness e a família La Trappe são mesmo as preferidas da minha pessoa.

La Trappe Bockbier: como boa bock é forte, mas não mais forte do que a Quadrupel. Ainda prefiro a Tripel.

Não lembro muitos detalhes dessa chilena. Só sei que era boa, apesar do nome do Valdivia no rótulo.

Weihenstephaner, a cerveja mais antiga do mundo. Todos os seus modelos são ótimos, mas essa Heff Weissbier é o melhor.

London Pride: a La Trappe da Fullers. Sério, achei parecida. Perfume maravilhoso, textura maravilhosa, aquela garrafa maravilhosa e o melhor sabor de todos os tempos.

Golden Pride: ela está para a London Porter como a La Trappe Quadrupel está para a Tripel. É forte, tem 8% de teor alcóolico e, como tudo que vem da Fullers, é sensacional.

MacQueen's Nessie: com malte de whisky escocês, na garrafinha. Muito boa.

Raftman: canadense com malte de whisky, na garrafona. Muito boa.

Bit Sun, parece uma Heineken ou uma Sol. Nada demais.

Chopp Eisenbahn Dunkel, a melhor opção pra continuar bebendo e economizar depois de beber uma cara.

Chopp Eisenbahn Weiss, a melhor opção pra continuar bebendo e economizar depois de beber uma cara.

Franziskaner, de trigo, achável no Pão de Açúcar, mas nada memorável. Tem outras de trigo melhores por aí.

E finalmente, as novidades do clã Guinness que chegaram há pouco no Brasil: a lager Harp e a Red Ale Kilkenny, ambas suaves, pra tomar de monte na balada e gastar uma fortuna.
PS: O Pão de Açúcar também está vendendo a belga Leffe, comprada mas ainda não bebida, por R$ 3,89.