domingo, 8 de janeiro de 2012

Wells Banana Bread


Antes de falar sobre a cerveja preciso explicar que sou aquele cara que escolhe as coisas estúpidas do cardápio para poder conhecer novos sabores. Aquele cara que já tomou uma caipiroska (roska é vodca e rinha é cachacha, aprendam) de banana só pq achou a combinação inusitada (horrííííííível).

Enfim, vi essa breja na gôndola e tinha que provar, nem que fosse para meter o pau aqui no blog.

Vamos as considerações?

Wells Banana Bread

Cara, não tenho muito que introduzir (todas as palavras de duplo sentido são de propósito) sobre a brejinha, afinal, já falei tudo no começo. A única coisa que me fez escolher essa cerveja foi o fato de ter banana na sua fórmulação.

No Rótulo

O CARA FEZ UMA BREJA COM BANANA!
precisa contar o que mais tem no rótulo? Bananas a dar com o pau ilustram a escolha do ingrediente diferenciado dessa cerveja. Fora isso ela tem 5,2% GL numa garrafinha de 500ml.

No Olho?

Cor de guaraná concentrado, com espuma cremosa e de média duração.
Perceptível também a carbonatação da brejinha, uma vez que sua coloração é límpida.

No Nariz?

Assim que a tampinha sai da garrafa você se sente numa plantação de bananas, nada mais coerente com a proposta da cerveja. Num segundo momento sentimos caramelo, malte e um levíssimo álcool.
É isso, a Banana acaba dominando a porra toda. :P

Na Boca

Banana, banana, banana, banana.
Tudo bem que tudo parece meio artificial mas não da para fugir disso.
Essa ale realmente incorporou o sabor dessa longitudinal fruta e os outros sabores ficam mascarados.
Mas vamos lá, outras coisas estão presentes: caramelo, banana, bala toffee, banana...

Desculpa mas não da.

Essa brejinha é leve, a média carbonatação ajuda bastante nisso. Malte e levedura pouco presentes e talvez por isso o sabor da banana fique tão evidente.

Ela fica naquele limbo deprimente de não ser uma cerveja horrível mas também não é uma puta breja.

Enfim, não troque sua vitamina de banana por essa breja, afinal, não quero saber de nenhum leitor (a) plantando bananeira por aí.


AHHHHHHH, antes de acabar esse post, posso falar da saudade que deu de comer um Nego Bom (por favor, sem piadinhas!!!!)?

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Onde: Mambo
Quanto: Não Lembro
Quando: 23/12/11
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

SHAMELESS SELF PROMOTION



SOLTEIRO VENDE TUDO

Eu sei que o Blog é sobre cerveja mas eu estou vendendo meus móveis de casa e toda divulgação é bem vinda. Por isso, se estiver de boa divulga, se quiser algo, entra em contato. Certeza que com a venda dos móveis eu vou comprar muitas brejas e atualizar o blog

domingo, 11 de dezembro de 2011

St Peter's Suffolk Gold


Depois de muito correr, resolvi parar um pouco, respirar e abrir uma brejinha bacana. Então, sem mais delongas, vamos a breja de hoje.

St Peter's Suffolk Gold

Assim como a Clarice Linspector, dessa vez eu comprei uma cerveja pela sua "capa" (eu sei, ela escolhia pelo título mas deixa eu parecer intelectual).
Falando sério, se você tem mais de 25 anos e visse uma garrafa de Biotônico Fontoura com cerveja, você ia provar, não adianta fugir do seu passado e foi isso que fiz.

No Rótulo?
Precisa falar algo mais? Essa é uma das embalagens mais fodásticas que eu já vi na VIDA. O receptáculo da "beleza dourada" tem uma forma bacanuda e o rótulo em si é super clean e bem pensado.

No Olho?
Dourado intenso, espuma cremosa e de média duração.

No Nariz?
Imagina a responsabilidade da brejinha nessa hora. Tem uma batcha embalagem, portanto, não poderia mandar mal nos quesitos fundamentais mas meus amigos (e amiga) podem ficar tranquilos, ela é um espetáculo.

Primeira coisa que veio foi a sensação de "já senti esse aroma", daí você começa a tentar puxar na memória (essa parte é muito difícil pra mim) e começa a surgir: notas florais, lúpulo, tudo muito aromático e marcante.

Na Boca?
Assim que a brejinha toca as papilas gustativas, ela parece docinha e floral mas aí dois segundos se passaram e você percebe toda a complexidade da loirinha.

Ela consegue ser seca e refrescante ao mesmo tempo mantendo um amargor bem pronunciado e gostinho no final arrebatador. Daí você tenta buscar mais sabores e pela carbonatação média dela, você acaba pensando em algo levemente apimentado e acha divertido essa quantidade de sensações.

Nessa hora você fala: Baco, larga esse vinho e vem na minha que você passa de ano.

Uma breja complexa, bacana e marcante. Não preciso nem dizer que as outras cervejas da St Petters vão ser degustadas né?

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Onde: Melograno
Quanto: Não Lembro
Quando: Não Lembro
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sábado, 5 de novembro de 2011

Estrella Damm Daura


Hoje não vai ter enrolação, afinal cometi uma gafe no último post e a Isabel (no seu perfil não tinha nenhum endereço de blog, senão linkaria aqui) veio me mostrar que meninas também lêem o blog. Por isso, já vou falar logo da brejinha.

Estrella Damm Daura

Comprar essa cerveja é ter na cabeça aquela música: moro num país tropical ... Afinal, preciso reconhecer que não sou muito de comprar Lagers Pilseners, tirando a Heineken e a Colorado, poucas me faziam morrer de amores, até que provei a Daura.

No Rótulo?

A principal informação no rótulo é a baixa quantidade de glúten engarrafada. De resto, nada demais, são 5,4% e um layout apenas correto.

No Olho?

Dourado bonito, pouca transparência e a espuma foi bem ralinha (talvez por causa do copo).

No Nariz?

A grande presença do Lúpulo é presente e essa é a única coisa que realmente se sobressai. Poderia tentar buscar outros aromas mas seria apenas encher linguiça.

Na Boca?

Como uma Pilsener normal, ela é muito parecida com todas as outras no aspectos anteriores. Sua grande diferença vem ao prová-la mesmo. Com amargor bem pronunciado, ela parece um pouco a Heineken no começo mas com um after taste um pouco diferente.

É uma cerveja refrescante, encorpada e leve.

Vale a pena a prova e quem sabe encher a cara com ela. Se encher a cara, vê se não vai dirigir.

Enfim, é uma Pilsen diferenciada, boa para tomar no calor mas também não vá achando que ela é a última coca-cola do deserto.


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Onde: Melograno
Quanto: Não Lembro
Quando: Não Lembro
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Traquair Jacobite Ale


Mas veja só, um novo post com menos de um ano de diferença?
É milagre. Só pode. Por isso, para aproveitar o pique, vamos logo começar a bagaça.

Traquair Jacobite Ale

Tive o mesmo problema de copo que a cerveja anterior. Por isso tentei usar a criatividade.
A cerveja se formou da mesma maneira que deveria, ficou só devendo no fato da espuma chegar mais próxima do ar ambiente.
Novamente diferenças mínimas ao servir que não vão influenciar minha opinião.

No rótulo?
Feio viu, beeeem feio. Um dos rótulos mais feios que eu já vi.
Se você ficou curioso com os anos 1745 e 1995, compra a breja que na parte de tras explica.

Temos 8 graus gay lussac :P

No olho?
Marrom escuro que com a incidência de luz fica levemente acobreado.
Espuminha cremosa, de média duração e densidade.

No nariz?
Ao aproximar as narinas no copo, sobe um cheirinho bom de mel de engenho, malte, leve chocolate e ameixa. Senti também uma presença bacana de álcool.

Na boca?
Olha, é uma breja gostosa mas não é incrível. Ela passa desapercebida, tipo aquela propaganda legal mas que depois de 5 minutos você não lembra qual era o produto ou aquela mina bonitinha da balada que você procura depois de tentar as bacanudas (se eu tiver meninas leitoras, sorry pelo comentário machista).

Ela é bem leve, com uma carbonatação baixa. Vem as sensações de caramelo (ao invés do mel de engenho do olfato), álcool presente, frutada e é bem docinha.

Talvez essa última coisa tenha me incomodado tanto. Achei muito adocicada que te acompanha no after taste.

Enfim, pode provar mas não vá se apaixonar porque vão rir de você.


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Onde: Melograno
Quanto: Não Lembro
Quando: Não Lembro
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ps: André, valeu pelo gesto bacana agora a comu ta em boas mãos. :)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Monster Ale


Sim, você não ta sonhando.
Seu feed não deu pau.
2012 não é fim do mundo.

Voltei a postar e não existe desculpa. Na real o que acontece é que eu tomo as brejas, esqueço de postar e como sou cabeça de vento não anoto nada sobre ela para lembrar depois. Fico sempre no "boa", "muito boa", "lixo" etc. Então vou parar de blá blá blá e falar do que interessa.

Monster Ale Barleywine Style


Antes mesmo de começar preciso explicar que quebrei minha taça Goblet e por isso a brejinha foi degustada no receptáculo errado. Acredito que não influenciou no sabor, uma vez que eu achei essa belezura um espetáculo.

No rótulo?
Layout mega clean, super correto, coisa que diretor de arte adora ver. O rótulo dessa Brooklin Brewery é bacana pois ela te conta tudo que você precisa saber. Inclusive que ela tem 10,8%.

Qual copo usar (Goblet), que ela é feita com três lúpulos diferentes, malte britânico e que ela matura por quatro meses. Por sinal, se você quiser pagar de gatão, usa o rótulo para bancar o beer sommelier.

No olho?
Cobre turva e bem dourada. Espuma média, cremosa e duradoura.

No nariz?
Extremamente aromática, sentimos bem o lúpulo presente, afinal são três tipos. Malte. Leve adocicado frutado e álcool. Senti um pouco de caramelo mas muito difuso com os outros aromas.

Na boca?
UOU. Beeeeeeeeeeeeela breja. Como o rótulo mesmo entrega, é uma breja para finalizar. Com um amargor leve, bem frutada. Essa Barleywine vai te deixar um after taste de cair o queixo. Com uma carbonatação baixa, essa belezura tem uma complexidade bacana para ser desbravada, afinal, pululam sabores diversos.

Por aqui brotou: mel de engenho levemente torrado e licoroso. Um tequinho cítrico floral. Caramelado. Bem maltada e com um amargor bacana no final do lúpulo.

Cerveja pra entrar na lista de preferidas. Por ser Barleywine imagina como ficará daqui a um tempo (a minha era de 2010).

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Onde: Melograno
Quanto: Não Lembro
Quando: Não Lembro
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sábado, 21 de agosto de 2010

Flying Dog Horn Dog Barley Wine

Mais uma brejinha da Flying Dog, mais um rótulo bacana e mais uma bela cerveja.

Horn Dog Barley Wine

Como adiantei, essa é uma belíssima cerveja. Acho que a melhor da Flying Dog (das que provei, claro). Vou deixar então de enrolação e passar as impressões.

No rótulo?
Mais uma ilustração bacana, dessa vez é um cachorro unicórnio. São 355 ml de suco de cevadis e 10.2% de porrada alcoolica.

No olho?
Com uma cor meio dourada, meio cobre e espuma cremosa, de média duração.

No nariz?
Extremamente aromática, notas cítricas e frutada. Malte e álcool estão presentes também.

Na boca?
Agora sim, temos o que falar.
Ela traz as notas cítricas na língua e a média carbonatação faz com que a Horn Dog desça perfeitamente.
O amargor é na medida exata, assim como a "doçura" das frutas. O álcool tem um papel forte nessa cerveja, afinal seus 10.2% te fazem lembrar que essa é uma brejinha para ser degustada aos poucos.

Vale ressaltar que senti um pouco de caramelo ao "mastigá-la" e isso conferiu um pouco mais de charme a esse belo exemplar.

Já entrou na lista das preferidas.

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Onde: Melograno
Quanto: +-R$22,00
Quando: Não Lembro
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